Escrito por dan nas    Quarta, 20 Janeiro 2010 01:30    PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Como envelhecemos e o que está ao nosso alcance fazer

O Anti-Envelhecimento é um tema extremamente controverso. Por um lado, abrange uma variedade desconcertante de terapias e produtos que inicialmente surgiram no mundo dos cosméticos, spas e paramedicina. Por outro, existe também um ramo da medicina anti-envelhecimento, baseado na evidência científica.

Revista Saúde e Bem-Estar   

Revista Saúde e Bem-Estar

 

Partindo de teorias estabelecidas para os mecanismos que estão subjacentes ao processo de envelhecimento, este ramo da medicina anti-envelhecimento propõe opções de tratamento dirigidas a estes mecanismos, com o objectivo de prevenir doenças relacionadas com o envelhecimento.

Por exemplo, a teoria neuroendócrina, defende a substituição de todas as hormonas em declínio.

A denominada teoria-AGE reclama que concentrações elevadas de açúcar no sangue representam um papel decisivo no processo de envelhecimento.

Assim, os regimes dietéticos com um baixo índice glicémico ou restrição calórica são recomendados.

Uma teoria mais recente destaca os processos inflamatórios de baixo grau (inflamação silenciosa). Tratamentos anti-inflamatórios (dietéticos e farmacológicos) são por conseguinte a terapia de escolha.

No entanto, a mais importante teoria do envelhecimento continua a ser a do stress oxidativo.

Em 1950, Denam Harman descobriu que um grupo de moléculas particularmente agressivas, designadas como radicais livres, desempenhava um papel chave no processo de envelhecimento. Estas moléculas encontram-se num estado instável, o que as torna reactivas.

Como substâncias oxidativas, atacam as membranas celulares ricas em lípidos ficando comprometida a sua integridade. Esta situação pode conduzir à morte celular. Os radicais livres podem também danificar muitas enzimas que ficam inactivas através da oxidação.

Finalmente, os radicais livres podem causar mutações no ADN das células com eventuais consequências na génese de alguns cancros.

Os radicais livres provêem de factores externos como as radiações ultra-violeta, toxinas ou fumo do tabaco, no entanto, cerca de 80% dos radicais livres do nosso corpo resultam da produção de energia no próprio organismo. Por conseguinte, a investigação focou-se nas mitocôndrias, ou seja a “central eléctrica” das células. Mas também a mitocôndria está sujeita ao processo de envelhecimento, pelo que progressivamente vão produzindo menos energia e mais radicais livres.

Uma opção para combater este tipo de “envelhecimento da mitocôndria” é a substituição de NADH (nicotinamida adenina dinucleotido hidreto). NADH é também identificado como coenzima um, pois é a coenzima chave para a produção de energia na célula. Quanto mais NADH a célula tiver disponível, mais energia pode produzir. A célula funcionará melhor e durará mais tempo.

Simultaneamente NADH é também um poderoso antioxidante, reduzindo assim o stress oxidativo. Em termos práticos não é fácil levar mais NADH para as células, pois é uma substância muito reactiva que perde rapidamente o seu efeito quando exposta à luz ou ao oxigénio e também é destruída pelos ácidos gástricos.

Assim, só é útil quando tomado numa forma estabilizada e resistente aos ácidos gástricos (e.g. Enada®).

Se queremos perceber e tratar o envelhecimento, só podemos fazê-lo numa base molecular. A utilização de NADH dá a oportunidade de influenciar o processo de envelhecimento onde ele é mais decisivo:

Ao nível da produção de energia na nossa mitocôndria.

 

 Dr. med. Bernd Kleine-Gunk

EuromedClinic,Fürth, Germany

Actualizado em ( Segunda, 03 Dezembro 2012 17:47 )
 

A ergivit recomenda:

Tags not found

Siga-nos

FaceBook_256x256
Ergivit © 2010 Todos os direitos reservados
Design: dAN  | Desenvolvimento: Web2Web

Your are currently browsing this site with Internet Explorer 6 (IE6).

Your current web browser must be updated to version 7 of Internet Explorer (IE7) to take advantage of all of template's capabilities.

Why should I upgrade to Internet Explorer 7? Microsoft has redesigned Internet Explorer from the ground up, with better security, new capabilities, and a whole new interface. Many changes resulted from the feedback of millions of users who tested prerelease versions of the new browser. The most compelling reason to upgrade is the improved security. The Internet of today is not the Internet of five years ago. There are dangers that simply didn't exist back in 2001, when Internet Explorer 6 was released to the world. Internet Explorer 7 makes surfing the web fundamentally safer by offering greater protection against viruses, spyware, and other online risks.

Get free downloads for Internet Explorer 7, including recommended updates as they become available. To download Internet Explorer 7 in the language of your choice, please visit the Internet Explorer 7 worldwide page.